Um espaço contínuo de problematização clínica em grupo
Não. A Intervisão acolhe tanto profissionais que já estudam esquizoanálise quanto terapeutas que sentem a necessidade de ampliar sua escuta para além dos modelos clínicos tradicionais.
Não. A Intervisão funciona como um espaço contínuo de problematização clínica em grupo.
Os encontros acontecem a partir de casos clínicos reais trazidos pelos participantes, que são trabalhados coletivamente sob a perspectiva da esquizoanálise.
A cada encontro, participantes podem trazer casos clínicos, impasses da prática, dificuldades de manejo ou questões relacionadas à escuta clínica.
Os casos são problematizados coletivamente junto de Luiz Fuganti, buscando cartografar os movimentos do desejo, suas capturas, bloqueios e possibilidades de criação clínica.
Não obrigatoriamente.
Você pode participar inicialmente apenas acompanhando as discussões e problematizações clínicas do grupo.
Com o tempo, muitos participantes sentem naturalmente abertura para trazer seus próprios casos.
A proposta é especialmente voltada para psicólogos, psicanalistas e profissionais da clínica.
Mas terapeutas e pesquisadores interessados na prática da esquizoanálise também podem participar.
Não. Para preservar a confidencialidade dos casos clínicos, a qualidade da escuta e a liberdade das problematizações realizadas em grupo, os encontros da Intervisão não são gravados.
Não.
A participação é contínua e cada participante pode permanecer pelo tempo que fizer sentido para o aprofundamento da sua prática clínica.
Sim. A Intervisão acontece em fluxo contínuo e novos participantes podem ingressar a qualquer momento.
Não existe obrigatoriedade de participação semanal.
A Intervisão funciona em fluxo contínuo e cada participante pode acompanhar os encontros no ritmo que fizer sentido para o seu processo clínico.
A participação é mensal e o valor da mensalidade não se altera em função da frequência nos encontros.
Ainda assim, a continuidade tende a aprofundar a elaboração dos casos, a consistência da escuta e o desenvolvimento da prática clínica.
A proposta da Intervisão não é reproduzir modelos tradicionais de supervisão.
Ela funciona como um espaço coletivo de investigação clínica, problematização dos casos e criação de novas possibilidades de leitura e intervenção.
A Intervisão não trabalha a partir de protocolos fixos, interpretações universais ou leituras normativas do sofrimento.
O foco está na cartografia do desejo, nos processos de singularização e na criação de uma clínica mais viva, intensiva e autoral.
Podemos abrir novas turmas a depender do número de interessados.
Se você não pode no horário proposto, nos envie uma mensagem comunicando qual seria o melhor horário e dia da semana para você.
Sim, podemos abrir nova turma. Nos envie uma mensagem manifestando seu interesse.
Casos reais • encontros clínicos ao vivo • participação contínua
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